Gaste tempo e depois ganhe mais ainda ao ler este artigo

Não paramos e não podemos parar, desde o momento em que acordamos até a hora de se deitar. O mundo está cada vez mais competitivo, lutando por sobrevivência, e podemos afirmar que certamente neste momento há alguém estudando e aprendendo novas tecnologias ou tentando inventar um novo 'Google', por exemplo. Ninguém tem tempo a perder, ao ler este artigo você está gastando ele, mas espero que após a leitura lhe ajude a ganhar outros tantos que lhe dará tempo e uma vida mais calma.

A rotina de quem trabalha com dados é incessante, a infinidade de lugares, formatos e tamanhos, nos quais é obrigado a controlar para manter simples conjuntos de bytes em algo compreensível é importante, faz com que se gaste muito tempo criando e executando rotinas estressantes que exigem muita habilidade e conhecimentos técnicos.

Hoje em dia os Databases Administrators (DBAs) são obrigados a gerenciar ambientes complexos que podem envolver diferentes plataformas de banco de dados, as quais dependem de uma série de tarefas e rotinas, que precisam ser aprendidas em horas e dominadas em dias para serem aplicadas em todas as instâncias. Além disso, têm a necessidade de aprender a utilizar a ferramenta de gestão de cada fabricante, que aplicam conceitos diferentes e tornam o aprendizado ainda mais demorado.

Uma forma de resolver esses problemas, e também é uma dica que ofereço, é escolher uma ferramenta que permita gerenciar de maneira igual diferentes tipos de banco de dados, permitindo que o DBA domine uma única ferramenta e o seu aprendizado já seja inserido e replicado em qualquer plataforma de banco de dados, direcionando a preocupação do DBA em resolver o problema rápido, sem intervenção das peculiaridades de uma plataforma.

Ao pensarmos em modelagem, muitos a utilizam na fase de criação da estrutura do banco de dados e após a produção da aplicação abandonam o modelo, deixando obsoleto e sem manutenção. Desta maneira começam a surgir as famosas 'gambiarras' para manter o sistema em funcionamento, mas de forma 'sofrível'.

A modelagem não deve ser apenas utilizada na fase de criação da aplicação, ao integrar a ferramenta de modelagem no banco de dados, possibilitará ainda controle de todo o ciclo de vida e das mudanças, que forem realizadas e propagadas de maneira mais rápida, contribuindo também para uma documentação atualizada e sempre disponível de forma automática.

Outro conselho é escolher uma ferramenta de modelagem que propicie a empresa trabalhar de forma articulada e centralizada, permitindo que analistas de negócios façam o levantamento de requisitos e necessidades de seus usuários, reduzindo o mal entendimento e possibilitando que áreas especialistas em captação de informação possam trabalhar de maneira integrada e automatizada com DBAs e arquitetos de dados. Isso tudo porque ao realizar o modelo conceitual que foi gerado a partir de uma necessidade de negócio será permitida a geração do modelo do banco de dados lógico e físico já direcionado ao usuário, evitando desperdício de esforço aplicado em retrabalho.

Ao termos um modelo atualizado e em uso, podemos ir mais além e oferecer aos desenvolvedores acesso ao dicionário de dados padronizado seguindo templates pré-fabricados para serem reutilizados pelos desenvolvedores, evitando que eles 'reinventem a roda'. Ao sugerir e criar alternativas, ou até mesmo novos objetos para armazenar dados, o desenvolvimento de software tem conseguido ser satisfatório seguindo implementações como Gang of Four (GoF) e UML patterns, do mesmo modo a construção de um banco de dados não precisa ser feita de maneira diferente.

Arquitetos podem disponibilizar para os desenvolvedores estruturas e associações que necessitarão ser reutilizadas com frequência como dados cadastrais de clientes ou produtos, indicando os campos obrigatórios e tipos de dados utilizados, o ganho de tempo estará na constante reutilização e na transformação dos dados para serem movidos ou carregados via ETL.

Boas práticas de mercado são ótimas para serem lidas, nos ajudam a entender como o mercado trabalha e para onde estamos caminhando. Entretanto sabemos que muitas vezes a cultura e até mesmo a dificuldade em adotar uma ou outra técnica acabam dependendo de diversos fatores, mas ao mesmo tempo em que você ou sua empresa não adotam ou não se adaptam ao mundo de hoje, serão obrigados a viver o mundo de ontem, no qual a tecnologia e seus concorrentes não fazem questão de lembrar.

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